Medidas do governo geram resultados sólidos para a economia do País

No último ano, a economia brasileira iniciou um processo de retomada do crescimento. Algumas medidas importantes foram adotadas pelo governo federal e, com isso, o País começou a colher resultados positivos nos cenários político e econômico.

Em pouco mais de um ano, a inflação oficial do País caiu de 9,28% para 2,46% nos 12 meses encerrados em agosto. Isso significa alívio no bolso do consumidor e uma mesa mais farta na casa das famílias, já que preços menores se traduzem em um custo de vida mais baixo.

A queda da inflação foi acompanhada pelo afrouxamento dos juros pelo Banco Central. Principal instrumento no combate à inflação, a taxa básica de juros (Selic) recuou de 14,25% ao ano, em junho do ano passado, para os atuais 8,25% ao ano, o menor nível desde 2013.

Na prática, essa queda indica mais acesso ao crédito, já que a Selic é usada como referência por todos os bancos. Essa redução também pode levar a um aquecimento do consumo e a um aumento da atividade econômica: a queda da taxa viabiliza investimentos no setor produtivo.

Essa melhora de indicadores levou a um aumento da confiança no País e a um maior otimismo no mercado financeiro, princialmente diante das expectativas de que mais reformas econômicas sejam aprovadas nos próximos meses, como a reforma da Previdência e a simplificação tributária. Esse cenário, em conjunto com os bons resultados de empresas estatais, como a Petrobras, impulsionou o principal indicador da Bolsa de Valores de São Paulo, o Ibovespa, que superou sua máxima histórica ao bater os 74.319 pontos nesta semana.

Recessão no passado

Todos esses indicadores positivos também significam o fim da recessão, a volta do emprego e a retomada dos investimentos. O País saiu de uma queda de 3,6% no Produto Interno Bruto (PIB) do segundo trimestre do ano passado para um avanço de 0,3% no mesmo período de 2017.

A indústria nacional também deu seus primeiros sinais de reação: a produção acumula alta de 0,8%. Esse mesmo indicador, em igual período do ano passado, estava negativo em 9,8%.

Combate ao desemprego

Com as correções no rumo da economia, o mercado de trabalho começa a dar sinais de que vai melhorar. A taxa de desemprego foi reduzida de 13,7% nos três primeiros meses do ano para 12,8% de maio a julho.

Ao mesmo tempo, a confiança dos empresários reaqueceu o mercado de trabalho. O saldo de novas vagas, neste ano, já soma 103,2 mil. No ano passado o cenário era outro: 623,5 mil empregos foram perdidos.



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